Mostrando postagens com marcador correr. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador correr. Mostrar todas as postagens

Gran Finale

Nova York jamais esteve nos planos, mas é o destino final de nossa volta ao mundo.

Iniciamos a viagem por Los Angeles e voltaríamos por Munique, mas por motivos profissionais, tivemos que ir a Wiscosin, e ai ficamos perto demais de NY e de Chicago...

Não conseguirei correr a meia maratona de Bruxelas, mas arrumei sarna para me coçar aqui e correrei a Meia Maratona Grete´s Great Gallop, no Central Park.

Vai ser dureza pois estou com o pé estourado, quase sem uma unha do dedão, bolhas e calos em tudo, mas vamos que vamos. Correr enriquece muito a experiência da viagem!






Momento inesquecível!

(fotos) Meia Maratona de Copenhagen - a primeira a gente nunca esquece

Foi emocionante correr a primeira Meia Maratona da minha vida, aos 38 anos, aqui em Copenhague. 

Acordei com medo de uma prova debaixo de chuva mais frio, mas caíram apenas uns pingos. 

Aqui leva-se a serio o pedido de que os participantes larguem no batalhão do tempo que esperam fazer. Vários corredores do staff estavam com baloes pendurados nas costas sinalizando o tempo que correriam. Larguei no pelotão das duas horas de prova, que da pouco mais de 10 por hora. 

Tinha mentalizado que deveria começar devagar, me acostumar com a prova, mas comecei tranquilo.

Mesmo sendo um corredor muito principiante, costumo dizer que corrida tem dois grandes fatores para acabar com você - folego e perna. Um dos dois acaba primeiro, mas uma hora os dois acabam. 

O folego voce controla com um medidor de frequência cardíaca, item ABSOLUTAMENTE indispensável. Sua frequência máxima, generalizando, eh 220 menos a sua idade, em batimentos por minuto. A minha, entao, eh 182. 

A perna nao tem muito como medir, uma hora ela acaba e voce percebe meio que no fim da linha! 

Geralmente o meu folego acaba primeiro, mas eu nunca tinha corrido mais do que 12 km, entao nunca estressei as pernas ao limite. 

Eu queria fazer a corrida em duas  horas mas, antes de tudo, queria me divertir e resolvi LEVAR A SERIO o frequencimetro, alem de ter me proposto a NAO ANDAR. Corri meia prova na batida entre 1h55 e duas, mas perto dos 12km o coração chegou a 185. Tentei reduzir, mas nao caia. Ai resolvi PRIORIZAR o bem estar e desencanei do tempo de duas horas. Foi otimo. 

A perna acabou no km 17. Acabou MESMO. Sorte que eu nao abusei, e ai consegui fazer os ultimos km a 10 por hora. 

A corrida foi maravilhosa. Varios dinamarqueses na rua, apoiando suas familias e todos os corredores. Paisagens de tirar o folego. Gente bonita e um nivel altissimo de competicao. 

Vi cenas curiosas. Gente correndo descalca, um cara mijando e nem ai pro mundo, uns 4 ou 5 desmaiados, uns espectadores fumando cigarrinho do diabo, uma trupe dinamarquesa fazendo umas de escola de samba (nao ficou ruim) ... 

Mas o momento mais marcante foi passar por fileiras de criancas dinamarquesas de 4 a 7 anos dando a mao para voce passar e cumprimentar. 

Agora eh recuperar. Praticamente perdi uma unha e procurarei um medico! Mesmo com o perrengue, foi um domingo memorável.


Retirada do kit, na sexta-feira. A organização monta uma feira com estandes de várias marcas (Nike, Polar, Garmin, Asics...). 

Bacana a ideia de imprimir o nome dos corredores para bombar a corrida nas redes sociais.


Tudo por apps.


Todo o planejamento em painéis. Roteiro, tempo desejado, paradas para hidratação etc.


Dia da prova, com algumas fotos do site do evento.
Esses são os marcadores de tempo. 
A pessoa com a bexiga 1.50 vai correr para fazer a prova em 1h50min. Se você correr ao lado dela, fará esse tempo. 


Não corri com a camisa da Morgana pois estava frio e usei uma mais grossa, mas foi feita a homenagem! Antes de treinar com ela, eu morria para correr 5km a 8km por hora.


Juju tirando foto da largada.



Fim de prova.


Almoço encontrando com nosso velho amigo Paulinho, que vinha de barco na Noruega.


O mais bacana foi a criançada incentivando. 






Tempo por volta.











Algumas de Bangkok



Comida exótica. Se falarem que é "not spicy", não acredite. É apimentada SIM.



A tal da rainha gosta de confete, não há 50 metros de cidade sem uma homenagem a ela.

Mais rainha.


A super atraente comida de rua de Bangkok. Encara ai. 


Chegando ao imenso e desorganizado Chatuckat Weekend Market. Dia quente e chuvoso.





Restaurante italiano, pedimos um prato de massa com frutos de mar e veio absolutamente intragável, de tão apimentado. E a moça falou, NOT SPICY. 


A emoção de cortar o cabelo, já relatada! 

Uma hora de massagem, coisa de 20 reais. 


Corrida domingo cedo no parque Lumpini. Fui antes das 6h30 achando que estaria fresco e vazio, mas já estava lotado e mais de 32 graus! O parque não é grande mas tinha gente fazendo até aeróbica.







Essa senhora estava cuidando voluntariamente de gatos detonados. 




Feira livre ao lado do parque. Achei muito curioso ver peixe ser vendido debaixo de tamanho calor.


Pessoal tomando café da manhã - sopas, noodles, barulhos e cheiros inimagináveis.

Correr com calor e umidade alta é dureza. Do 4o km em diante, você rasteja, acaba o gás. 



abcs