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Sucesso de Hong Kong é uma pedra no sapato da China

Matéria de capa da atual THE ECONOMIST fala sobre a China.

"O que a China quer" é a pergunta, considerando que o país logo logo vai se tornar a maior economia do mundo e a maior "um monte de coisas".



Tendo visto a discrepância em tudo da vida em Hong Kong e da vida na China, é muito óbvio que a liberdade e o capitalismo bem sucedido de HK sejam um estorvo para o partidão chinês. Quase um "bairro" da China produz mais do quíntuplo de pib per capita, está uns 100 países na frente em IDH e em vários outros critérios.

A China, 1.3 bi de pessoas, não vai querer aplicar boas práticas dos 7 milhões de capitalistas impuros de Hong Kong. Melhor será nivelar tudo por baixo, para manter o controle. Como bem sabemos, é mais fácil controlar gente pobre e ignorante.

A batata está assando esses dias com o anúncio do partidão chinês de que as eleições em HK serão de uma democracia, digamos, direcionada.

Sinal de que o sucesso de HK incomoda, sim, a paz celestial...




Hong Kong: Occupy Central anger over Beijing ruling

Democratic groups in Hong Kong have vowed to fight a Chinese government ruling that effectively gives China control over the candidates for the next leadership election.
The election, due in 2017, will be the first in which the Hong Kong chief executive is directly chosen by voters.
However, China's legislature ruled the candidates must be approved by more than half of a special nominating body.
Angry democracy activists vowed to take over the Central business district.
Co-founder of the Occupy Central protest group, Benny Tai Yiu-ting, said: "This is the end of any dialogue. In the next few weeks, Occupy Central will start wave after wave of action.
"We will organise a full-scale act of occupying Central."
On Sunday a group of pro-democracy supporters protested in a park in front of Hong Kong government headquarters.
One protester, Henry Chung, told Agence France-Presse: "I am very sad. We have waited so many years. But now we have nothing."
'Chaotic society'
Labour Party legislator Lee Cheuk-yan told the South China Morning Post there would be a "full-scale fight" against Beijing's decision.
Democratic Party chairwoman Emily Lau Wai-hing told AFP: "This is one person, one vote, but there is no choice. They have that in North Korea but you can't call it democracy."
China's ruling was approved unanimously in Beijing on Sunday afternoon by the Standing Committee of the National People's Congress (NPC).
The ruling also set out the framework for the formation of the special nominating body.
It said this would be "in accordance with" the existing 1,200-strong Election Committee - a body widely seen as dominated by pro-Beijing groups.
Analysis: BBC's Juliana Liu in Hong Kong
For many people in Hong Kong who say they want a genuine choice in the next election for chief executive, the announcement from Beijing was the worst-case scenario.
The new requirements are even tougher than the ones in the previous election, when only a committee of 1,200 electors was allowed to vote.
In 2017, candidates must gain the support of more than half of the members on a pro-Beijing nominating committee in order to be shortlisted. In 2012, only 12.5% of those votes were required.
Albert Ho, a lawmaker and the only pro-democracy candidate in the last chief executive election, told the BBC the stricter rules would rule out the possibility of another candidate like himself.
He said that pan-democratic lawmakers in the Legislative Council had vowed to vote down any proposal on electoral reform that conforms to Beijing's stated requirements.
Chief Executive Leung Chun-ying hailed the NPC decision as a "major step forward in the development of Hong Kong's society".
Li Fei, deputy secretary general of the NPC Standing Committee, said that openly nominating candidates would create a "chaotic society".
He said: "Many Hong Kong people have wasted a lot of time discussing things that are not appropriate.
"If the chief executive does not love the country and confronts Beijing, 'one country, two systems' would fail."
"One country, two systems" came into effect when Hong Kong's sovereignty reverted from the UK to China in 1997.
The Basic Law that Hong Kong adopted then allows it to retain wide legal and economic powers and civil liberties.
The Hong Kong government must still discuss Beijing's ruling and formulate a bill to be passed by Hong Kong's legislature.
If the bill is adopted under Sunday's guidelines, two to three approved candidates will contest the election.
The choice of Hong Kong's five million voters would then have to be appointed by Beijing.
China recently warned foreign countries against "meddling" in Hong Kong's politics, with an article in a state-run newspaper on Saturday accusing some in Hong Kong of "colluding" with unnamed "outside forces".
In June, almost 800,000 people in Hong Kong cast ballots in an informal referendum organised by Occupy Central on how the chief executive should be chosen.
This was followed by large-scale rallies held by both sides.







Último dia na China com... Massagem nos pés

Por menos de R$50 uma sessão antológica de 50 minutos de massagem nos pés. 
A vizinha apagou! 
Amanhã, um dia muito esperado: iremos para Tokyo. Chegaremos lá na noite japonesa. 
Novidades em breve. 









O melhor vídeo da viagem até agora: louco em PEQUIM!

Pegamos um riquixá na Cidade Proibida, preço fechado pela corrida. 
Esse filme mostra a reta final. 
O cidadão derrubou gente, quase nos derrubou e não usou o freio nenhuma vez! 
Depois, descobrimos que os riquixás motorizados são clandestinos...


de Pequim a Hong Kong

Um dos principais motivos de ficarmos pelo menos 5 noites em cada cidade é o tempo que se gasta nos deslocamentos. Geralmente, perde-se o dia.

Abaixo, o relato da viagem de Pequim a Hong Kong, duas cidades imensas, cerca de 2.500km de distância.


Juliana arrumou esses sacos de compressão fantásticos. Nesse saco tem umas 8 camisetas! 



Como fizemos em uma cia áerea low cost, tivemos que rebolar para não estourar 20kg por pessoa.
Uma mala deu 20,4 e a outra 20,7. ! 


O aeroporto de Pequim é muito longe, mas como o táxi é barato, fomos de táxi, mas saindo 4h antes. Viagem de 90 minutos custou cerca de R$ 30 ! 



O aplicativo CHECK MY TRIP é fantástico. Você coloca o número das suas reservas e ele atualiza tudo. 



Pedágio bacana em Pequim no caminho para o aeroporto. 

Nojento o aeroporto de Pequim. Só comida ruim, meio fedorento e pessoal hostil no raio X. Deu alívio ir embora. 


Hong Kong airlines. 



Compramos um assento conforto por uns R$ 30 cada. Pegamos essa saída de emergência sem cadeiras na frente, valeu MUITO a pena, voo de 3h.  








Chegando. 


Aeroporto IMENSO. Levou uma meia hora para estacionar. 


Chinês parece brasileiro no avião, adora ficar em pé com a porta fechada. 




Fantástico o trem AIRPORT EXPRESS. Cerca de R$ 35 e te leva rápido ao centro, com ônibus incluído para os hotéis. 

Trecho final. 


Chegada ao hotel e uma celebração pela boa viagem! 



Hong Kong - só vendo para crer!

As grandes metrópoles do mundo se aclamam, com orgulho, por sua movimentação. “cidade que não dorme”, “que não para” e por ai vai.

No caso de Hong Kong, qualquer descrição verbal será conservadora e incapaz de descrever a pulsação desse lugar.

Ao chegar, você desce no 8º maior aeroporto do mundo. 20 milhões de passageiros nos 4 primeiros meses de 2014. Detalhe: um ano atrás era o 11º aeroporto.


O porto é o 3º maior do mundo, mas há controvérsias. Alguns locais dizem ser o maior porto do mundo.

A cidade aparece também em topos de ranking de PIB per capita, IDH e outros. Mas nada aqui é mais absurdo do que a densidade populacional. Veja o gráfico abaixo, que mostra a concentração de população das cidades mais ricas do mundo. 



Tanto dinheiro em tão pouco espaço faz de Hong Kong um local absolutamente alucinante, divertido, maluco. Vemos coisas aqui sem vestígios de comparação com o que temos no Brasil.

Estações de metrô, por exemplo, são colossais. Tem estações com mais de 30 saídas e verdadeiras cidades subterrâneas, com mais de 10 filiais do 7 Eleven na mesma estação. Ar condicionado, lojas, gente para tudo que é lado e aquelas esteiras intermináveis dos aeroportos americanos... No metrô.

O transporte público, por sinal, é uma aula para qualquer país. Metrô, ônibus, balsas, aeroporto, tudo integrado no mesmo sistema de pagamento e rotas.

Apesar de a China e Hong Kong serem surpreendentemente caros, os shoppings aqui em dia normal são mais cheios do que véspera de Natal no Brasil. Existem shoppings que atravessam ruas, mudando de prédio, corredores de mais de 3 quilômetros... Uma verdadeira insanidade.

A cidade investe pesado em verde, parques, árvores e em opções de exercícios para a população. Tudo é apertado e Hong Kong recebe uma nuvem estratosférica de poluição da vizinha China. Há em toda parte trilhas para se fazer caminhadas, com água, mapas, pistas, lojas.

A experiência de visitar Hong Kong depois de Pequim deve ser semelhante a sair de Cuba e ir a Miami, ou seja, transitar da ideologia comunista para o resoluto capitalismo. O povo é o mesmo da China, mas incrível, é mais educado, mais limpo, mais sorridente. Respeitam semáforo, falam inglês, acolhem turistas de fora. O mesmo povo. Os poucos comunistas do mundo deveriam vir ver esse contraste divertido e mudar de assunto.

Para ver coisas diferentes, visitamos templos budistas. São os locais mais carnavalescos, rococós, coloridos e exagerados que já fui. Tem milhares de budas, velas, plantas, vasos monumentais, todas as cores... Um barato.

Em resumo, local fantástico para conhecer, com preços convidativos. Não é barato, mas é bem mais em conta do que Europa e EUA. Não digo que é fantástico para morar por dois motivos - a distância do Brasil (dois vôos de 12 horas) e o clima. MUITO quente no verão e MUITO frio no inverno. Mas a visita é imperdível, sobretudo pela importância histórica e pelo contexto da relação com a China.


Vista noturna de Hong Kong. 

Show de luzes pelos prédios da costa, toda noite.


Atravessando a Baía pelo Ferry, um dos meios de transporte, todos interligados. 


Cenas comuns de contraste, da velha China com um mundo mega moderno.


Mercados, para todos os lados. 


Aqui é comum o uso de bambus na construção civil. 

O caos! 

Isso é uma das alas de uma estação de metrô.

Já em Hong Kong

Dia 31. 
23h horário local, meio dia no Brasil. 
Animal a cidade! 
Mais novidades, em outro momento. 
Viagem cansativa. A polícia do aeroporto de Pequim faz questão de NÃO deixar saudades...



Trem Shanghai a Pequim pode ser roubada...

Lendo alguns blogs, vejo que, de repente, será melhor fazer esse trecho de avião. 

Dri Everywhere recomenda fazer o trecho de avião. Esse blog tem um bom post sobre Shanghai

Shanghai tem dois aeroportos. 
O PVG (Pudong) é o internacional e fica a 43km da Bund. 
O Hongqiao fica a 16km. É esse! Sigla SHA. 

Por mais que quisesse conhecer o trem bala chinês, achei melhor não arriscar e comprei aéreo. 

Usei a Ctrip, agência de viagens de Shanghai que tem até ação em bolsa. Voo da China Eastern para duas pessoas saiu por 1421 CNY, que em dinheiro de hoje dá 510 reais. Barbada para um voo equivalente a SP - Goiânia. 

 
Shanghai - Beijing
Flight
Flight No
Departure
Arrival
Departure time
Arrival time
Class
Fare
(CNY)
Tax
(CNY)
Fuel tax
(CNY)
1
MU5105Shanghai (SHA)Beijing (PEK)2014-07-25 10:002014-07-25 12:20Z520.0050.00120.00












China = check




Enviado por Samsung Mobile

Visto Chinês (1) - adoram complicar

Tentando aqui obter conhecimento sobre o visto chinês.

É incrível como é forte, na diplomacia, a tal reciprocidade - vou tratar os seus turistas como idiotas da forma como você trata os meus. E como o Brasil é especialista em complicar tudo, os outros países devem caprichar para o nosso lado.

Em tempo - desisti de visitar a Austrália nessa viagem somente por causa da complexidade de obtenção do visto. O Canadá eu também iria, mas o processo é chato demais.

O site da Embaixada não traz, em momento algum, um passo a passo para tirar o visto. As informações são uma espécie de "caça ao tesouro", com pistas aqui e ali. Geralmente um visto exige documentação, formulários, fotos, pagamento e o envio desse pacote, ou uma entrevista pessoal. Pois bem - o site traz essas informações de forma separada. A parte que fala das taxas consulares não faz nenhuma alusão ao processo todo.

Vamos lá.

Hoje (maio de 2014), as informações da Embaixada da China no Brasil são essas: o visto para turistas é visto L. A documentação é:

Documentos básicos:
1-Passaporte:original,com validade mínino de seis meses e páginas para vistos em brancos, bem como uma copia da página com dados e foto do portador.
2-Formulário de visto e foto:um formulário preenchido com uma foto colorida (fundo branco) e recente, cabeça descoberta e de frente .
3-Para estrangeiros(não brasileiros): Original e cópia de documentos comprovantes da sua estadia, residência, trabalho ou estudo legais no Brasil ou visto válido no Brasil.
4-Para estrangeiros que possuiram anteriormente nacionalidade chinesa, na sua primeira solicitação de visto para a China: passaporte original chinês, cópia da pagina com dados e foto do portador.
No caso já coseguiu obtenção de visto chinês e está solicitando o visto chinês com passaporte estrangeiro renovado: cópias da página com dados e foto do portador e da página com visto chinês do antigo passaporte (Se os nomes no passaporte antigo e renovado forem diferentes, é necessário apresentar documento justificativo sobre a alteração de nome emitido pelas autoridades competentes).


Visto L:
Materiais sobre itinerário contendo reserva de passagem aérea (ida e volta), e voucher do hotel, ou carta de convite emitida por órgão ou indivído da China com seguintes dados:
1- Nome ,sexo, data de nascimento do convidado.
2-Data da chegada e saída, local(is)de visita.

3-Nome, telefone, endereço de órgão ou indivíduo convidante, carimbo de órgão e assinatura da representante legal de órgão ou indivíduo convidante.


Em seguida há um formulário para pedido de visto

Começa a emoção do alfabeto local: 


     中 华 人 民 共 和 国 签 证 申 请 表
Formulário de Pedido de Visto para a República Popular da China


Um trecho deveras animador:


4.3 我理解,根据中国法律,申请人即使持有中国签证仍有可能被拒绝入境。
Compreendo que, em conformidade com as leis chinesas, o solicitante pode ser recusado a entrar no território chinês mesmo que foi lhe concedido um visto.



Outro formulário fala das taxas consulares. Atualizado em nov/2010...

Cidadãos Brasileiros
-Visto de uma entrada---------------------------------------------------------R$100,00-Visto de duas entradas ------------------------------------------------------R$150,00

Taxa de Serviço para solicitação via correio (por pessoa)------------R$20,00Taxa de retorno de SEDEX depende do local do destinatário.*Enviar envelope preenchido com o endereço do destinatário.


*O solicitante deverá entrar em contato com a Embaixada para confirmar se a Embaixada já recebeu as documentações necessárias para conceder o visto, e qual será o tipo de visto a ser concedido, bem como número de entrada(s), estadia de cada entrada e o referido valor a ser depositado, sendo que o visto concedido poderá ser diferente do solicitado.

Pagamento:


Antes de fazer o pagamento no banco, por favor confirme se você está solicitando o visto junto à Embaixada da China em Brasília. Caso a Solicitação seja feita no Consulado-Geral da China em São Paulo ou no Rio de Janeiro, não pode ser pago na conta da Embaixada. Quaisquer prejuízos causados por depósito indevido, a responsabilidade deverá ser assumida pelo próprio solicitante.

Para efetuar o pagamento, deverá ser feito um depósito na conta da Embaixada no Banco HSBC Agência1276, Conta Corrente10358-03 apenas em dinheiro e só direto na caixa. A Embaixada não aceita outras maneiras de pagamento tais como cheque, cartão de crédito ou transferência de pagamento na caixa electrônica, ect. Depois do pagamento, o comprovante de depósito deverá ser enviado por fax no número: 061-21958239. É necessário apresentar o comprovante de depósito e protocolo para retirar o documento.

O acima referido leva-se efeito desde o dia 29 de novembro de 2010.
Seção Consular da Embaixada da China no Brasil

É impossível saber quando fazer o pagamento. Uma das páginas do site diz para NÃO PAGAR antes de a Embaixada emitir o protocolo... Mas que protocolo?
E ai não vai ter jeito, terei que ligar para me informar... 

Contatos
Endereço:Sector Consular da Embaixada da República Popular da ChinaSES-Av. das Nações, Lote 51, Quadra 813, Brasília-DF,BrasilCEP: 70443-90061-2195820061-2195827161-21958239E-mail: consulate_bra@mfa.gov.cn 

Horário:Segunda-feira à Sexta-feira(exclusive feriados)09:00am-12:00


abcs